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Escrever um livro pode ter uma conotação diferente para cada pessoa. Diz o dito popular que todo ser humano deve plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Um dos significados que pode ser dado a este dito é: plantar uma árvore significa deixar o mundo em condição sustentável e ecológica para a continuidade de todos os seres viventes que compartilham o mesmo planeta; ter um filho é deixar a semente da continuidade de nossos genes e escrever um livro é deixar a continuidade do conhecimento que deve ser compartilhado pelos nossos filhos que terão, como nós, a responsabilidade de dar continuidade e condição de sobrevivência a todos os seres viventes do planeta. O dito popular refere-se sempre a continuidade de nós mesmos.

O desejo por escrever nasceu em minha vida após a leitura de alguns livros.  Quando aos 13 anos fui obrigado pela escola a ler o livro “O caso da borboleta Atiria” – coleção Vaga Lume – publicado pela editora Ática da autora Lúcia Machado de Almeida para realização de atividades escolares. A princípio odiei a ideia, mas ao iniciar a leitura a história, que é um romance policial, me conquistou. Depois li todos os livros da autora. Na sequência entram em minha vida, com minha permissão, amigos autores como Júlio Verne, H. G. Wells, Agatha Christie, Alexandre Dumas, Henryk Sienkiewicz, Franz Kafka, George Orwell, entre outros. Comecei a imaginar fazer como eles, escrever romances que fossem estupendos. Mas a ideia não saiu da imaginação, pois as tentativas eram em vão. Não conseguia concatenar trama, personagens, cenários e outros elementos intrincados da dinâmica de um romance.

No ano de 1989 com 24 anos fui contratado para trabalhar no setor de treinamento do maior Bureau de serviços computacionais do Brasil, a saudosa empresa Servimec Informática e Serviços, onde tive o privilégio de conhecer o Fernando Bestechi Miguel, atualmente gerente de T.I. da empresa Ablesystem, que era na época gerente do setor de treinamento e me contratou. Tornamo-nos grandes amigos, sendo um dos padrinhos do meu casamento. O Fernando quando me contratou me disse que precisava de alguém que pudesse além ministrar aulas, produzir o material didático de novos cursos e atualizar os existentes. Aceitei o desafio e iniciei, sem saber, minha carreira de autor.

Produzi alguns materiais e o desejo de escrever um livro retornou, mas agora focados a área da computação. Quatro anos depois, no início de 1993 eu e meu irmão André Luiz Manzano fomos apresentados pelo Eduardo Nunes a Editora Érica que abriu os braços para dois desconhecidos e nos passou a missão de escrevermos um livro do aplicativo de planilha eletrônica Lotus 1-2-3 que fosse diferente dos que estavam no mercado. O Eduardo Nunes era um dos autores da editora especializado em livros para Visual Basic. No final de 1993 entregamos para a editora uma obra que abordava 100% dos recursos do aplicativo com 580 páginas em uma linguagem que agradou o público e chamou a atenção para nosso trabalho. A partir daí a jornada como autor começou.

Em 2015 ultrapassei a marca de uma centena de livros publicados. Todos os trabalhos realizados buscam manter a linguagem direta originalmente usada no primeiro livro com o leitor, como se o autor estivesse junto do leitor lhe passando as orientações, fazendo do livro uma extensão da sala de aula ou a própria aula.

Para acesso aos livros publicados visite o currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/8184615061457853 de Augusto Manzano.